Para quem quiser ler a matéria completa,
veja o Jornal Valor Econômico de hoje, Caderno C8, uma bela matéria que todo gestor
público deveria ler e ver que temos oportunidades em nossas casas, o que
precisamos é ousar.
Segundo o Valor Econômico, ”A Bolsa
Verde do Rio de Janeiro, que deverá negociar seus primeiros ativos ambientais
durante a Rio+20, em junho já está discutindo parceria com BM&FBovespa”. E que
o “Projeto da BVRio foi apresentado ao ex-presidente do Banco Central há alguns
dias pela secretária municipal de Fazenda do Rio de Janeiro. Inédito no Brasil,
o mercado de negociação de ativos ambientais tem no continente europeu sua
plataforma mais avançada”. E completa; “Foram negociados 100 bilhões de euros
em 2010. Inicialmente a BVRio negociará crédito de carbono para numa fase
posterior, incluir seu leque de opção de commodities, efluentes industriais,
reposição florestal e até lixo”.
Os créditos de carbono são instrumentos econômicos importantes para redução da emissão de gases de efeito e que prefeituras como a de Jaboatão que possuem grande parque industrial deveriam implementar. Pena que não temos uma Secretaria de Meio Ambiente atuante e que raciocine.
ResponderExcluirOs gestores ainda não deram conta da grande cartada que são os créditos de carbono. Estou me aprofundando no assunto pois minha monografia envolverá o estudo dos créditos de carbono como fonte de receita não vinculada, conforme o código tributário nacional.
ResponderExcluirRicardo,
ResponderExcluirEscreva algum artigo sobre este assunto e nos envie.
Roberto