A fragilidade das oposições em
Jaboatão é impressionante. Ninguém se entende, não existe uma agenda temática
para discussões sobre as eleições. Os pré-candidatos precisam ter a grandeza e
o espírito democrático de sentarem a mesma mesa para discutirem estratégias,
pois irão enfrentar o atual gestor que vai para reeleição com a máquina em seu
favor e, que sabe muito bem como utilizá-la. Prefeito por três vezes da cidade
vizinha, Cabo de Santo Agostinho, carrega uma experiência que será fundamental
para seu projeto de reeleição para continuar governado por mais quatro anos.
Entendo como muito tímida a
movimentação dos pretensos candidatos, eles precisam mostrar para população, os
pontos fracos da atual gestão, compromissos não cumpridos e, apresentarem
soluções para as questões de maiores necessidades do município e do povo.
Estamos em março, nunca houve um só encontro entre todos os pré-candidatos do
campo oposicionista para discutirem um tema relevante para que todos
possam se fortalecer diante de um cenário que ainda é favorável ao prefeito.
Se todos os nomes que estão aí
colocados são opositores ao prefeito, então não vejo nenhum empecilho que possa
impedir uma discussão dentro do campo das oposições e em Jaboatão. Esta
discussão poderia começar pelos pré-candidatos da base aliada do governador
Eduardo, Cleiton Collins (PSC), João Coutinho (PSB), Robson Leite (PT) e Luiz
Carlos (PTB), já seria um grande passo para que outros da oposição entrem na
discussão e, aí sim o cenário poderia começar a mudar de verdade. Não é
de hoje que defendo essa unidade, sempre procurei trabalhar para que venha a
acontecer, que cada um procure fazer sua parte, que tenha um gesto de grandeza
para sentar a mesma e, que deixem a vaidade de lado, só assim cada um sairá
fortalecido para enfrentar um segundo turno. Volto a dizer, falta ORGANICIDADE
as oposições em Jaboatão.
Um abraço,
Adelson Veras – PGTdoB
Presidente da comissão provisória
estadual - PE.
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