
Para muitas pessoas, o asfalto ainda
representa uma coisa boa, o “progresso”: ter sua rua asfaltada ainda é motivo
de votos vitalícios ao político que propôs a obra, mesmo que seja mal feito,
que não dure um ano sem buracos ou que impermeabilize todo um bairro,
ocasionando alagamentos que antes não existiam.
No entanto, o asfalto é um dos maiores
inimigos da sustentabilidade, pois é feito de derivados de petróleo, esquenta
muito (gerando ilhas de calor) e impermeabiliza o solo, contribuindo para as
enchentes que assolam nossas cidades. È a solução perfeita para os carros, mas
queremos mesmo viver num mundo moldado para os automóveis?
Para diminuir o impacto ambiental
desse inimigo em nossas estradas e cidades, estão sendo feitos estudos para
substituição da base de petróleo utilizada atualmente na produção do asfalto
por óleos derivados de árvores e plantas. Esses óleos vegetais podem ser feitos
de açúcar, melaço, amido de batata, arroz ou milho, óleos vegetais, resíduos de
cocos, amendoins e canola, resinas de árvores, etc.
Além de necessitar de temperaturas mais
baixas para sua produção, o bioasfalto é mais resistente a bruscas variações de
temperatura e tem maior vida útil e durabilidade. Como não tem o petróleo como
matéria-prima, esse asfalto ecológico pode também ser colorido, esquentando
menos sob a radiação do sol e economizando em tintas e manutenção, pois as
faixas de pedestre e sinalizações já podem ser feitas juntamente com a
pavimentação.
No final da cadeia de produção, o
bioasfalto gera como resíduo um carvão vegetal, usado para enriquecimento do solo
e também para remover gases nocivos da atmosfera.
Jaboatão poderia adotar esse material
inovador, aproveitando os refugos vegetais das indústrias ao invés de jogá-los
nas bacias hidrográficas ou em aterros sanitários. Assim nosso país daria um
grande passo rumo ao verdadeiro progresso, aquele totalmente comprometido com
as questões ambientais! Fonte:
Blog Conexão Meio Ambiente.
Djalma,
ResponderExcluirNão adianta você esperar da prefeitura tucana ações que visem a defesa da natureza, a gestão não tem preocupação com as pessoas, quantas casas e ou conjunto habitacionais foram construídos para retirar as pessoas mais humildes de nossa cidade que moram nas áreas de risco, quais os projetos de grande impacto apresentados pela secretaria de meio ambiente. Infelizmente tenho que lhe dizer uma triste notícia companheiro Djalma, pelo que observamos durante os três anos da atual gestão nada ocorreu, não será agora no final da administração tucana que irá ocorrer algum fato novo.É lamentável a situação de nossa cidade.
As eleições municipais se aproximam cabe a população Jaboatonense escolher um novo governante a cidade tem um grande candidato e seu partido já demonstrou a vários anos que o Brasil tem jeito. Aqui em Jaboatão temos o companheiro Robson Leite -PT que irá adotar em Jaboatão o modo petista de governar.