O senador Armando Monteiro conseguiu
aprovar, na Comissão de Educação do Senado Federal, nesta terça-feira, 8,
parecer sobre o projeto de lei (PLS nº 658/2007), que atualiza o
exercício da profissão de Economista.
A lei nº 1.411, que
regulamenta a profissão, foi editada em 1951. Por ser antiga, ela apresenta
muitos anacronismos, precisando de urgente atualização, assim como de uma
definição mais precisa a respeito do campo de atuação do economista. Vale
destacar que essa profissão foi a que mais evoluiu nos últimos anos, tanto no
número de membros da categoria como na qualidade das pesquisas e estudos
realizados.
O PLS 658 prevê
também a ampliação no número de membros dos Conselhos e a dilatação do
prazo de mandato, que passa a ser de quatro anos, com renovação parcial do
Plenários a cada dois anos.
Armando Monteiro
apresentou parecer favorável à atualização das normas que regem o trabalho do
economista propostas pelo senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), autor do projeto.
Porém, sugeriu a supressão de dois artigos alegando não ser razoável adotar
medidas restritivas.
Para ele a
exclusividade de que somente o economista, devidamente registrado em Conselho
Regional de Economia, possa lecionar em cursos que tenham disciplinas
relacionadas com essa ciência, trata-se de reserva de mercado, “o que não é
tolerado pela Constituição Federal”.
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